quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

CURIOSIDADES DA QUÍMICA


O Estádio Nacional em Pequim não é coberto.

A Olimpíada de Pequim tem tudo para ser a mais moderna de todos os tempos, os chineses estão investindo muito, já foram gastos mais de US$ 40 bilhões. Mas em meio a tantos requintes existe um fator muito simples que não está no repertório: a chuva. Ela é uma dádiva dos céus para todos, mas não é bem vinda às Olimpíadas.

Os Jogos Olímpicos em Pequim vão acontecer no mês de agosto, e nesta época chove muito na China, além do quê, alguns dos locais dos jogos não são cobertos como o maravilhoso Estádio Nacional. A probabilidade de que ocorra um pé d’água no dia da abertura dos jogos é de 47%, segundo os meteorologistas.

Temos que admitir que a tecnologia chinesa é bem avançada e contra o mal tempo os cientistas já projetaram tudo. Confira os passos da mais alta tecnologia que será utilizada para que os jogos em Pequim sejam os mais belos de todos os tempos:

1. Monitoramento: Foi montada uma rede muito sofisticada para monitorar o clima com precisão: é o esquema High Tech (alta tecnologia). O maior sistema para prever o tempo já construído conta com: 200 pontos de medição conectados com uma rede de computadores capazes de fazer 9,8 trilhões de contas por segundo, monitoradas por cerca de 1500 profissionais. Tudo isso para que a chuva que se aproxima seja detectada rapidamente.

2. Interrupção: Se for detectada a possibilidade de chuva, uma frota com 30 aviões será acionada para lançar iodeto de prata nas nuvens. O iodeto de prata é um catalisador usado para acelerar a reação, ele atrai as gotículas de água presentes nas nuvens formando cristais de gelo, as nuvens ficam mais pesadas e caem na forma de chuva.

Como a intenção dos cientistas é esvaziar as nuvens antes que cheguem às cidades, o iodeto de prata provoca a reação química que faz chover.

3. Ataque Químico: Se o procedimento de interrupção não funcionar e a chuva não for dissipada pelos aviões, começa uma etapa mais radical, lança-foguetes vão atirar cartuchos de nitrogênio líquido nas nuvens, esses cartuchos têm o tamanho de um frasco de desodorante.

Com as nuvens se aproximando cada vez mais, só restará esta alternativa: o nitrogênio possui a propriedade de deixar as gotículas de água menores, sendo assim a água permanece em suspensão e não cai em forma de chuva.

Os chineses garantem que o esquema High Tech interromperá chuvas leves e médias, mas não as mais fortes. É esperar e conferir se a Olimpíada em Pequim será mesmo inesquecível pela beleza e tecnologia!


Relação da ciência com o espiritismo.

Quando Ciência e religião andam juntas é um assunto para o cientista William Crookes, no começo de sua carreira ele se interessou mais pela ciência. Teve a oportunidade de construir seu próprio laboratório de pesquisa e fundou um periódico muito respeitado no mundo científico: a revista “Chemical News”.

Crookes fez descobertas importantes, uma delas começou quando estudava o espectro de minerais (freqüência natural de radiação) e detectou uma linha verde que nunca tinha sido notada. Ele acabava de descobrir a existência de um novo elemento químico, e o batizou de Tálio.

Esse cientista possuía o dom não só de descobrir, mas de inventar, ele criou o Radiômetro: um aparelho que mede a intensidade das radiações dos elementos químicos, com essa invenção é possível analisar melhor as propriedades físicas e químicas das diferentes substâncias.

Os estudos de Crookes foram rigorosos e precisos, tanto que conseguiu determinar o peso atômico dos elementos, suas pesquisas se estenderam aos raios catódicos, que são feixes de elétrons acelerados emitidos em tubos de vácuo. Esse feixe produz uma luminosidade que se tornou a base do funcionamento dos primeiros monitores e telas de televisão.

William Crookes ficou mais conhecido por relacionar a ciência com o mundo espiritual. À medida que suas pesquisas físicas e químicas avançavam, junto a elas seguia o espiritualismo. Crookes foi um dos mais persistentes e corajosos pesquisadores dos fenômenos supranormais, ele estudou o que acontece com os médiuns, a materialização de espíritos e levitação. Ele acreditava que esses movimentos eram resultados de uma força ainda desconhecida.


Vidro blindado atingido por bala de revólver.

A ciência existe para explicar fenômenos e promover o bem estar do homem, o que vamos mostrar aqui é um exemplo de como a tecnologia científica pode ser usada para salvar vidas.

A cada ano há aumento no índice de violência, a quantidade de assaltos e ataques a vítimas despreparadas causam mortes assustadoras. É o que vemos todos os dias nos telejornais, mas felizmente alguns assaltos são mal sucedidos, pois o homem diante de tanta violência se viu obrigado a buscar meios que lhe ofereça segurança.

O vidro blindado surgiu da preocupação em se proteger vidas contra o ataque de bandidos. Com um custo alto, se tornou acessível apenas para quem pode bancá-lo, entre esses estão artistas famosos, autoridades públicas (presidentes, prefeitos) e religiosas (papas).

O vidro blindado ficou conhecido como vidro balístico pela capacidade de reter projéteis como balas de revólver. Pode ser usado em portas, mas seu uso se difundiu como acessório de carros.


Vidro de carro blindado.

Repare na espessura do vidro, a foto mostra a existência de quatro camadas de um vidro bem grosso. Mas será que apenas o vidro resiste a eventuais pancadas? O segredo do vidro blindado está em uma película plástica altamente resistente colocada entre as camadas de vidro. Funciona como um sanduíche onde se intercala camadas de vidro e plástico.

O vidro balístico é resistente a balas de revólver, barras de aço, fogo, etc. Quando sofre impacto ele se danifica, mas nada que coloque as vidas sob sua proteção em perigo. A película evita que o vidro se transforme em cacos, dessa forma a tecnologia atua como uma importante arma contra o crime.


Terra, fogo, ar e água: existem só esses elementos?

Os filósofos gregos que viveram no século 6 a.C. defendiam a existência de quatro elementos na composição de tudo o que existe: fogo, terra, água e ar. Não podemos desprezar a idéia destes antigos cientistas, afinal, nós, as pedras, a água, as estrelas somos formados de poucos ingredientes e da forma que interagem entre si.

Para entender melhor, olhe seu dedo e observe a cutícula, agora imagine se este pedacinho de pele fosse esticado até que ficasse do tamanho de um prédio de 100 andares, é difícil acreditar, mas neste pequeno espaço existe um universo: o mundo quântico, habitado pelas partículas subatômicas. Essas partículas é que são os elementos fundamentais da natureza, não é Terra, água, fogo e ar como supunham os antigos filósofos gregos, a interação entre essas partículas é que dão origem a tudo que existe.

Conheça agora as partículas subatômicas, também conhecidas como os SETE ELEMENTOS:

1. Neutrino: a forma de matéria mais leve que existe, é chamada de partícula fantasma por que quase não interage. Mas de onde surge o neutrino? Ele aparece dentro do núcleo atômico, quando um próton se transforma em nêutron (ou vice-versa), podemos encontrar esta partícula na reação que ocorre nos átomos de hidrogênio do sol e até dentro de nós.

2. Elétron: esta partícula habita a eletrosfera do átomo. Esta é a maior parte do átomo, para se comparar imagine o átomo do tamanho de um grão de areia e a praia equivale a eletrosfera, que como se vê é bem maior! São eles que produzem as lâmpadas responsáveis pela luz, e imagine só: a televisão existe graças aos elétrons, eles chocam-se contra a tela da televisão e fazem a imagem aparecer.

3. Quarks: são os tijolos que a natureza utiliza para construir prótons e nêutrons, são as superpartículas. Fazem parte do núcleo atômico e possuem “carga elétrica” de cores variadas: verde, vermelha ou azul;

4. Glúons: são chamados de Força Nuclear Forte, e possuem a maior força do Universo, inclusive maior que a força da gravidade. Mas quando estas partículas se desfazem a Força Nuclear deixa de existir e acontece uma fissão nuclear: o átomo é dividido em dois;

5. Bósons da Força Fraca: estas partículas são as causadoras da radioatividade, são elas que destroem os átomos, apesar do nome são essenciais: sem elas o Sol não existiria, têm a capacidade de transformar prótons em nêutrons, é esta a reação que dá origem ao brilho do sol;

6. Fótons: partículas da força eletromagnética responsável por manter os elétrons em torno do núcleo, a segunda maior força do Cosmos, os fótons originam o sinal do rádio, do celular e ainda dos raios X.

7. Gráviton: é a força responsável pela gravidade.


Use e abuse de protetores solares!

Antes de sair para praia, ou curtir uma piscina ele se faz essencial! Além de hidratar ele protege a pele contra aquele “sol de rachar”. Mas não é somente no verão que devemos abusar do protetor solar, no inverno a pele pode ficar exposta a ação de ventos frios e secos e adquirir aparência ressecada, o aspecto não é nada agradável, além de incomodar.

O que muita gente não sabe é como o protetor age sobre a pele, sua principal função é impedir que os raios solares nocivos sejam absorvidos pelo organismo. A ação consiste em proteger a derme e epiderme da radiação UVA e UVB, veja como isso acontece: A derme é a camada interna da pele, ela absorve os raios ultravioleta UVA, e a radiação UVB é absorvida pela epiderme, que é a camada mais externa da pele.

Os protetores em geral possuem fórmulas químicas que atuam na proteção, mais precisamente as moléculas presentes nesse produto, que quando aplicadas na pele absorvem a energia solar. Essas moléculas ficam agitadas devido à absorção, mas ao passar o estado de excitação elas voltam ao estado normal. Este processo permite que a pele receba uma fração de sol menos agressiva, e ao mesmo tempo faz com que não absorva a radiação que pode dar origem ao câncer de pele.

Você sabe o que significa fator de proteção solar? A sigla FPS que vem acompanhada de um número nas embalagens de protetor solar tem um significado muito importante: indica quanto tempo você pode ficar exposto ao sol após ter aplicado a loção protetora. Se o FPS de seu protetor for 15, significa que poderá permanecer no sol por um período 15 vezes maior do que se estivesse sem proteção, ou seja, oferece segurança ao usuário enquanto estiver sobre a pele, não a deixando avermelhada. Uma dica é usar protetor solar sempre, independente da estação do ano.


Sangue produzido em laboratório.

Quem nunca ficou atemorizado em ver tanto sangue em filmes de terror? Alguma vez já se perguntou a composição deste efeito especial? A resposta é simples, vem do laboratório. Quem diria, o líquido vermelho devorado por vampiros em filmes fictícios, não passa de um composto artificial produzido em laboratório a partir de polímeros.

Os produtos mais usados para se fazer sangue falso são: C.M.C (Carboximetilcelulose de sódio ou Metilcelulose ou Metacelulose), Glucose (açúcar extraído do milho) e corante líquido. C.M.C é um polímero hidrossolúvel derivado de celulose para uso alimentar. Aliás, todos os ingredientes citados são usados por confeiteiros na confecção de bolos. E aqui encontramos uma aplicação bem curiosa, afinal, se não houvesse este artifício, como os filmes de suspense ficariam tão emocionantes?

Os sangues artificiais desempenham diferentes papéis na telinha, alguns são usados para dar efeitos de ferimento instantâneo, outros para feridas em recuperação, e até para olhos e boca.

Abaixo uma lista dos tipos artificiais de sangue e suas aplicações mais apropriadas:

Sangue em gel: com certeza este passa o efeito mais impactante, é usado para representar sangue fresco, daqueles ferimentos que ocorrem no ato da cena.

Sangue seco: usado para transmitir a ideia de seco, ideal para perna amputada e ferimentos velhos. Possui coloração mais escura e é mais consistente que o sangue em gel.


Sangue para olhos: lágrimas de sangue que deixam os olhos do ator avermelhados, com efeito dramático.

Sangue em cápsulas: efeito especial para cenas de pessoas baleadas, onde o sangue sai pela boca. Basta o ator morder a cápsula e o sangue é expulso, lembrando que o material não é tóxico e pode ser ingerindo. Essas características o tornam ideal para uso em filmes de Vampiros.

É um polímero derivado do petróleo. Muito utilizado em medicina para próteses, alem de ser útil para diversificadas funções como por exemplo; impermeabilização, lubrificação, polimento, etc. Ele não possui átomos de carbono em sua cadeia principal, por esse motivo não é considerado um polímero orgânico.

Silicone nos seios

O implante de silicone nas mamas é realizado normalmente através de cirurgia. Onde o médico faz uma pequena incisão por onde implanta a prótese de silicone em forma de gel, embalada por uma membrana resistente e maleável.

Ela é posicionada por entre as glândulas mamária e o músculo peitoral e precisa ser trocada depois de 15 ou 20 anos.


Qual o segredo da caixinha de fósforos?

A dúvida que pode deixar sua cabeça pegando fogo: Onde está o fósforo: na caixinha ou no palito? Estamos acostumados a ouvir a expressão “palito de fósforo”, e foi justamente ela a culpada pela ideia errônea de que na pontinha vermelha dos recortes de madeira, haveria fósforo.

Saiba agora que o elemento fósforo (P) não está presente dentro da caixinha (palitos) e sim do lado de fora. A superfície onde riscamos o palito parece uma lixa, nela estão presentes as substâncias: dextrina, fósforo vermelho, Sb2S3 (trissulfeto de antimônio) e vidro moído. O atrito é provocado pela presença do vidro, é ele quem aciona a reação de combustão entre os componentes.

Na ponta do palito estão as substâncias alúmen e K2Cr2O7 (cromo hexavalente), a presença do Cromo é responsável pela coloração vermelha.


A molécula de Paracetamol possui vários grupos funcionais.

Quem nunca ouviu falar em Paracetamol? Substância orgânica presente em medicamentos para combater a febre e no tratamento de infecções. As primeiras utilizações deste medicamento datam do século passado, mais precisamente em 1956, na Inglaterra, a partir desta data seu uso foi se disseminando pelo restante do mundo.

As propriedades analgésicas (combate à dor) e antipiréticas (combate à febre) do paracetamol se tornaram populares, e atualmente é muito usado puro ou combinado com outros fármacos.

Neste contexto vamos estudar a fundo a molécula de N-(4-hidroxifenil) etanamida, (nomenclatura sistemática dada ao Paracetamol pela IUPAC).


Fórmula molecular: C8H9NO2

Fórmula estrutural:




O que queremos destacar são os átomos de Oxigênio (O) demonstrados em vermelho e o Nitrogênio na cor azul. O grupo Hidroxila (OH) é característico de alcoóis, e a Carbonila (C=O) juntamente com a presença do Nitrogênio (N) classificam o composto como uma Amida, daí a nomenclatura N-(4-hidroxifenil) etanamida.

Nota: As imagens foram representadas por ângulos diferentes, e por isso é preciso atenção na hora de comparar.

Como vemos, a molécula de Paracetamol é bem complexa, nela estão presentes vários grupos funcionais: grupo carbonila (C=O) e hidroxila (O-H), uma estrutura aromática (anel benzeno) e uma nitrila (– CN).

Por Líria Alves


De que é feito o vidro?

O que faz do vidro um material curioso e único a ponto de ser motivo de especulações referentes ao seu estado sólido? Isso mesmo, os vidros têm seu estado físico “meio indefinido”. Tais suposições são esclarecidas pela forma de obtenção do vidro, uma vez que é através do congelamento de líquidos que obtemos este material.

Vamos à definição de vidro: material inorgânico cuja composição básica é sílica, óxidos fundentes, estabilizantes e substâncias corantes, juntos, estes ingredientes formam o silicato.

O silicato se apresenta como um líquido que quando levado ao supercongelamento se converte em um sólido amorfo (vidro). Entende-se por amorfo, o estado físico que não apresenta ordem estrutural das moléculas num estado definido (organizado).

O supercongelamento de um líquido ocorre quando a temperatura ultrapassa o ponto de congelamento antes que a solidificação tenha início, desta forma não há uma cristalização do material. Quando um líquido chega a esse ponto, sua viscosidade torna-se muito alta e ele se torna semelhante a um sólido, com maior dureza, rigidez e forma constante.

Podemos considerar como sólido todo composto que tem estrutura cristalina definida, ou seja, estrutura microscópica periodicamente organizada. Como a estrutura do vidro é amorfa (desordenada), ela não se encaixa na definição acima.

Afinal, como podemos classificar o vidro? Um sólido amorfo ou um líquido com viscosidade enorme.


O inferno é quente ou frio?

É claro que este assunto está na forma figurada, se o inferno existe ou não é um assunto para ser discutido pelos religiosos, e quem já foi espero que não volte para contar como é este lugar tão temido pela humanidade. No entanto, podemos fazer uma análise do inferno nos baseando no conceito dos processos endotérmicos e exotérmicos. Mas primeiramente uma definição dos diferentes tipos de reação frente ao calor:

Processo Endotérmico: é aquele que ocorre com absorção de calor.

Processo Exotérmico: é aquele que ocorre com liberação de calor.

Agora uma pergunta: a que taxa as almas se movem para fora e para dentro do inferno? A resposta iremos ignorar, assumindo a seguinte posição: uma vez que uma alma entra no abismo ela nunca sai, apesar de algumas religiões defenderem o contrário. Portanto, existem várias previsões para as almas que entram para o inferno, sendo que, cada crença defende sua posição.

Por exemplo, algumas religiões assumem ser a única regra de fé, sendo assim, se você não seguir os princípios que ela prega, você vai para as trevas e não para a luz. Supondo então que quase todos fossem arder no “mármore do inferno”, como ficaria este lugar? Se não há almas saindo e com as taxas de mortalidade crescendo em rítmo acelerado, o que se pode esperar é um aumento assustador das almas condenadas, ou seja, uma superpopulação do inferno.

De acordo com a Lei de Boyle e seu princípio fundamental: Sob temperatura constante, o produto da pressão e do volume de uma massa gasosa é constante, sendo assim, para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante.

Seguindo este raciocínio, temos então duas opções: Imagine só se a taxa de almas que são enviadas diariamente para o Lúcifer for maior que a taxa de expansão do inferno, vai ocorrer então uma explosão, devido ao aumento de temperatura e pressão. Agora se o inferno sofre uma expansão maior do que a entrada de almas, ocorrerá exatamente o inverso, a pressão e a temperatura serão tão mínimos que o inferno irá se congelar.

Voltando a pergunta inicial: O inferno é endotérmico ou exotérmico? Levando em consideração tudo que já foi proposto sobre o inferno, é mais fácil acreditar que é exotérmico e que a temperatura e a pressão aumentam cada vez mais: é um verdadeiro fogo que queima sem cessar!


Tolerância zero para o álcool.

A nova Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, já provocou mudanças nos hábitos da população brasileira. Antes, era permitida a ingestão de até 6 decigramas de álcool por litro de sangue (o equivalente a dois copos de cerveja), agora é preciso ser muito cauteloso na ingestão de bebidas alcoólicas antes de dirigir.

Com esta nova legislação, o motorista que for flagrado com nível de álcool acima do permitido (0,1 mg/l de sangue) terá que pagar uma multa de R$ 955, terá o carro apreendido e ainda perde a habilitação.

A pior conseqüência é para quem estiver embriagado (níveis acima de 0,3 mg/l): o motorista corre o risco de ser preso, e a detenção é de 6 meses a 1 ano.

E por que a nova lei coloca o Brasil entre os países mais rígidos do mundo?

- A Polícia Rodoviária Federal está bem equipada, possui 1 bafômetro para cada 122 Km de rodovias.

- A dose fatal: é correspondente a 0,1 mg de álcool por litro de baforada. Para atingir esta concentração, basta uma taça de vinho ou uma tulipa de chope.

Como se vê, o bafômetro é um simples aparelhinho portátil que permite medir toda e qualquer concentração de álcool no sangue do motorista, ou seja, é mais fácil ficar só no refrigerante que enganar a tecnologia. Veja agora quanto tempo em média o álcool leva para desaparecer de seu corpo:

Um copo de cerveja (350 ml) – 1 hora;

Uma dose de vinho (150 ml) – 1 hora e 25 minutos;

Uma dose de uísque, tequila ou pinga (50 ml) – 1 hora e 15 minutos.

E não adianta reclamar dizendo que o aparelho está estragado, a margem de erro do bafômetro, segundo o Inmetro, é de apenas 1 %.


Ameaça: calotas polares derretidas.

Quais transformações a água sofre ao passar para o estado sólido? Sabemos que a água possui propriedades únicas em relação a outros líquidos, neste contexto o estado sólido vai merecer uma atenção especial e a propriedade que permite explicar as características deste estado físico da matéria é a densidade.

A água na fase sólida é menos densa que na fase líquida, ou seja, o gelo é menos denso, sendo assim ele flutua na superfície. Graças a essa particularidade da água é possível a vida submarina nos pólos, que são regiões gélidas. Além disso, o gelo não é um bom condutor de temperaturas, funciona como um isolante térmico, os animais que se encontram abaixo desta espessa camada de gelo ficam protegidos contra o frio mais intenso. A temperatura externa nas regiões de muito frio se encontra bem abaixo da temperatura da água.

Mas o que exatamente ocorre com as moléculas de água quando passam para o estado sólido? A água que se encontra no estado líquido possui as ligações de hidrogênio unindo os átomos, estas ligações são constantemente quebradas e refeitas, este processo permite o estado líquido. Agora no estado sólido, estas ligações não são mais quebradas e permanecem unidas em forma de uma rede cristalina, este novo formato da água permite que o gelo flutue.

Afinal, como seria a vida aquática se o gelo não flutuasse sobre a água? Com certeza os animais que moram nas regiões mais frias do planeta já teriam entrado para a lista de animais extintos. Mas infelizmente esta realidade já existe, o aquecimento global é uma ameaça, é responsável pelo derretimento das calotas polares.


O gelo seco exala fumaça.

O dióxido de carbono sólido “CO2 (s)” é conhecido como gelo seco e é muito usado como efeito especial ou recurso cênico em filmes de terror e shows de rock. Ele é resfriado a uma temperatura inferior a -78ºC, e ao entrar em contato com a pressão atmosférica é aquecido e torna-se um gás de dióxido de carbono.

Esse processo é conhecido por Sublimação e consiste na passagem de um sólido ao estado de vapor sem antes passar pelo estado líquido, ou seja, à medida que o gelo-seco é aquecido, ele se transforma diretamente em dióxido de carbono gasoso e não em líquido.

Quando o ar quente (ou água) passa sobre o gelo-seco, forma-se uma densa nuvem branca, que permanece ao nível do chão, produzindo o efeito especial usado no cinema. Mas não é só para esse fim que o dióxido de carbono sólido é usado, a temperatura extremamente gelada e a característica da sublimação fazem do gelo-seco uma excelente opção para refrigeração. Por exemplo, se você precisar fazer uma longa viagem com um produto congelado, você pode revesti-lo com gelo-seco. O produto estará congelado quando chegar ao destino e com a vantagem de que nada estará molhado, diferentemente do que aconteceria se fosse usado gelo normal.

Mas como é produzido o dióxido de carbono congelado? Para se fazer gelo-seco é preciso começar com um recipiente de alta pressão cheio de dióxido de carbono líquido. Quando se libera o dióxido de carbono líquido do tanque, a expansão do líquido e a alta velocidade de evaporação do dióxido de carbono gasoso esfriam o restante do líquido ao ponto de congelamento, no qual ele se transforma diretamente em sólido.

Você alguma vez já viu um extintor de incêndio de dióxido de carbono em ação? É formada no bocal uma espécie de "neve", esse tipo de extintor contém dióxido de carbono líquido em alta pressão.


Qual o segredo na composição dos espelhos monitores?

Espelho, espelho meu... existe alguém por detrás a investigar quem sou eu? Esta é uma pergunta que deveríamos fazer ao passarmos diante de vidros espelhados em aeroportos e áreas monitoradas.

Agora resta saber como é feito este espelho espião e mais uma vez provar como a química é útil para nosso bem estar.

O que torna um vidro útil para investigar?

Uma fina película obtida com ligas de alumínio é anexada ao vidro com o intuito de refletir a imagem. Mas por que somente quem está a monitorar pode visualizar quem está passando frente ao espelho? A película reflete parte da luz e retém uma fração, e neste momento é possível contar com um jogo de luzes. O local onde transita os suspeitos deve contar com maior iluminação do que o observatório, o vidro se torna espelhado no ponto com maior incidência de luz.

Sendo assim, as pessoas que passam em frente só conseguem visualizar elas mesmas, não enxergando o que está do outro lado. Ou seja, este tipo de vidro não permite que vejamos além dele: um ponto estratégico da vigilância para que os suspeitos não disfarcem sua identidade.

Os espelhos monitores são muito úteis na investigação criminal, no que diz respeito ao reconhecimento de agressores por parte das vítimas. Os suspeitos do crime são posicionados em frente ao espelho, a vítima observa do outro lado sem que possa ser vista.

Portanto, fique atento quando visitar um local de segurança máxima, enquanto realiza a irresistível ação de se olhar no espelho pode estar sendo observado por várias pessoas. É um verdadeiro clima de suspense!


Por que o papel moeda adquire um odor característico?

Dinheiro tem cheiro? Para os mais ambiciosos esta é uma pergunta fácil de responder, afinal, eles sentem de longe quando um negócio vai bem, realmente “farejam o dinheiro”.

Mas qual a explicação química para o cheiro que atrai muita gente? É importante não confundir, estamos falando de forma concreta e não no sentido figurado da expressão, pois realmente nossas visadas notinhas possuem sim um cheiro.

Saiba agora que sentir o odor de “dim-dim” não é um atributo só para quem é mais familiarizado com ele, tudo tem explicação científica. O que dá às notas o odor característico tem a ver com o uso frequente das mesmas. À medida que as tocamos, elas sofrem uma reação química decorrente da acidez presente em nosso suor. Como uma nota passa por várias mãos, acaba por adquirir certo cheiro desagradável.

É claro que tudo depende do papel no qual o dinheiro foi impresso. O papel moeda em nosso país é feito com fibras de algodão. Alguns países, como os Estados Unidos, por exemplo, imprimem seu dinheiro em papel à base de 25% de fibras de linho e 75% de fibras de algodão, que por sua vez produz um cheiro diferente.

Situação parecida acontece em moedas, elas possuem em sua composição os metais, Ferro (Fe) e Cobre (Cu), estes, em contato com o suor, são responsáveis pela reação oxidante. Neste caso, a presença dos metais atua com um agravante do odor, é por isso que as moedas envelhecidas produzem um cheiro forte e nada agradável.

Veja uma das equações que representa a oxidação de moedas.

2 Cu + ½ O2 → Cu2O

Você pode deixar suas moedas novas e sem cheiro se deixá-las de molho em solução de ácido Clorídrico. Confira em: Lavagem de dinheiro – procedimento que permite limpar moedas envelhecidas.


Infarto do miocárdio: dor aguda no peito.

A densidade pode ser definida como sendo a relação entre a massa de uma substância e o volume por ela ocupado. Este conceito pode ser confirmado pela equação que permite calcular a densidade:

d = massa
volume


A densidade permite separar e identificar as substâncias, por exemplo, as lipoproteínas estão presentes no organismo humano de duas maneiras, e a densidade é que permite separar e identificá-las em lipoproteínas de baixa ou alta densidade. Essas substâncias são responsáveis pelo transporte de colesterol no sangue e identificá-las é muito importante para a saúde, já que existe um grande problema com lipoproteínas de baixa densidade, também conhecida como colesterol ruim, porque se depositam nas paredes das artérias. As paredes ficando mais estreitas dificultam a passagem do sangue, o que pode levar a uma obstrução total da artéria.

Já as lipoproteínas de alta densidade são conhecidas como colesterol bom, porque são transportadas para o fígado de onde são excretadas, reduzindo a quantidade presente nas artérias. Essas lipoproteínas recebem abreviaturas originadas do inglês:

Lipoproteínas de baixa densidade (Low-Density Lipoproteins): LDL

Lipoproteínas de alta densidade (High-Density Lipoproteins): HDL

A seguir, veja a diferença de densidade dos dois tipos de colesterol:

Densidade (g/cm3) LDL: 1,04

Densidade (g/cm3) HDL: 1,13

Com a chegada do inverno as pessoas que possuem colesterol alto precisam ficar atentas: nos dias frios, a probabilidade de infarto do miocárdio é maior, já que o sangue fica mais viscoso e pode entupir um vaso que já esteja estreitado. O infarto do miocárdio é popularmente conhecido como ataque cardíaco, e pode ser identificado por uma forte dor no peito, dormência no braço esquerdo e falta de ar.

Uma forma de melhorar os índices de HDL e diminuir os níveis de LDL no sangue é a prática regular de exercícios físicos associada a uma dieta com baixo teor de gordura.


Dirigir embriagado: agora não dá para esconder.

O bafômetro é um aparelho que permite determinar a concentração de bebida alcoólica analisando o ar exalado dos pulmões de uma pessoa. É também conhecido pela denominação técnica “etilômetro”, devido às reações que envolvem o álcool etílico presente na baforada do suspeito e um reagente.

Todos os tipos de bafômetros são baseados em reações químicas, e os reagentes mais comuns são dicromato de potássio e célula de combustível. A diferença entre estes dois reagentes é que o dicromato muda de cor na presença do álcool enquanto a célula gera uma corrente elétrica.

O mais usado pelos policiais no Brasil é o de Célula de combustível, a química deste bafômetro você vê a seguir:

1. O álcool expirado reage com o oxigênio presente no aparelho, esta reação ocorre com a ajuda de um catalisador;

2. Ocorre a liberação de elétrons, de ácido acético e de íons de hidrogênio;

3. Os elétrons então passam por um fio condutor, gerando corrente elétrica. Um chip presente dentro do aparelho calcula a porcentagem e dá a concentração de álcool no sangue. Quanto mais álcool, maior será a corrente elétrica.

E não existem desculpas para se negar a fazer o teste, como por exemplo:

- Recusar a soprar o canudinho por ele estar contaminado: ele é descartável e tem uma válvula que impede que o ar de dentro volte para sua boca;

- Dizer que não consegue assoprar? É preciso 1 litro e meio de ar para fazer a medição, é o equivalente a um sopro de cinco segundos.

E mais, não adianta tentar disfarçar o hálito, mascar chicletes, tomar azeite, etc, todas essas artimanhas não o impedirão de perder a carteira e ter o veículo apreendido.


O cigarro eletrônico libera nicotina pura.

Um aparelho desenvolvido com uma alta tecnologia pode se transformar em mais uma arma para as pessoas que querem parar de fumar. O cigarro eletrônico funciona da mesma forma que os adesivos e chicletes de nicotina, entregando aos poucos a substância ao fumante.

A principal diferença do cigarro eletrônico em relação aos outros produtos é a simulação do ato de fumar, ou seja, a mesma sensação sem causar danos e que pode até ajudar as pessoas a largar o vício. O dispositivo mantém o usuário livre das substâncias tóxicas e cancerígenas, como cádmio, arsênio e muitas outras.

Essa novidade já está à venda em sete países e consiste em um cigarro sem fumo, ele emite fumaça, mas de vapor. O aparelho contém um líquido composto por nicotina pura, essa solução é aquecida por um circuito elétrico e se transforma em vapor, que é tragado pelo fumante. Esse vapor só contém água e nicotina, por isso o cigarro eletrônico reduz o risco de câncer. Teoricamente a nicotina não causa câncer, mas é a substância que faz com que o usuário se vicie, e neste novo cigarro ela é encontrada em proporções equivalentes a 20 cigarros tradicionais.


Estrutura do aparelho:

Botão liga-desliga: o acionamento desse botão ativa o processo.

Bateria: é recarregável, ou seja, o fumante pode obter a recarga de uma tomada comum.

Câmara de vaporização: contém uma resistência elétrica e um microchip que controla o processo. É nessa câmera de vapor que vai ocorrer a vaporização da solução química.

Cartucho: nesta parte do cigarro vai ficar armazenado o vapor que contém nicotina.

Boquilha: é o orifício por onde irá passar o vapor.

Funcionamento:

Acendimento: o usuário aperta o botão (liga-desliga) e a resistência elétrica é ativada para aquecer a câmara de vaporização.

Tragada: quando o fumante traga através da boquilha, o chip controlador dá ordem à resistência e essa aumenta a temperatura.

Fumaça: com o calor intenso a solução química passa para o estado de vapor, este é rico em nicotina que sai pela ponta do cigarro e é aspirado pelo fumante.

Segundo os fabricantes, o cigarro eletrônico possui a vantagem de não afetar pessoas que estão em volta (os fumantes passivos) e ainda pode ser utilizado em locais de não-fumantes.

É válido lembrar que queimar tabaco nunca será seguro, mas é possível criar alternativas de fornecer a nicotina ao fumante. A melhor maneira de evitar doenças provenientes do cigarro é: parar de fumar.


Postos combustíveis de auto-atendimento.

A notícia de que um aparelho celular pode explodir um posto de gasolina pode assustar muita gente, mas saiba que isso pode acontecer se uma seqüência de fatores ocorrerem na hora do abastecimento. É claro que um acontecimento como este é raro, mas é possível!

Para ocorrer uma explosão é necessária uma faísca e todos sabem que a área de abastecimento de veículo é uma área de risco, devido aos gases inflamáveis liberados pela abertura do bocal do veículo, durante a passagem do combustível do bico da bomba para o tanque do automóvel. Há um risco de que estes gases possam se inflamar se expostos a uma fonte de ignição (calor, faíscas elétricas ou chama).

Os celulares NÃO podem ser usados em postos na área próxima das bombas de abastecimento, existem frestas na caixa do aparelho que podem possibilitar contato de alguma centelha interna com a atmosfera externa. Esta centelha é proveniente do campo elétrico existente no interior do celular. Portanto, se for preciso atender a uma ligação é melhor que seja dentro das lojas de conveniência.

Os acidentes deste tipo já ocorridos são na maioria em postos de auto-atendimento. Nestes postos o próprio motorista é quem abastece, e como todo mundo, na tentativa de fazer duas tarefas ao mesmo (atender o celular e abastecer o carro), acaba por provocar um grave acidente.

Outro fator que pode ocasionar um incêndio nos postos é o retorno ao carro enquanto o tanque enche. Pelo atrito com o estofado, por exemplo, a pele adquire eletricidade estática, que, transferida à pistola da bomba, gera a faísca explosiva.


Bateria em fase experimental.

Muitas vezes, na esperança de não deixar uma bateria de celular descarregar, usamos de artifícios nada confiáveis, como por exemplo, esperar descarregar até o fim e assim prolongar a vida útil. Vamos apresentar aqui uma novidade que promete acabar com essa ideia falsa de economia: são as novas baterias com lítio de última geração.

Mas primeiro é preciso saber do que se tratam as baterias que ficarão na história: as convencionais. Elas também são feitas de Lítio, mais precisamente de íons do elemento, o que elas não têm é o tempo de vida útil que a nova bateria promete. A convencional possui um ciclo aproximado de 500 recargas, ou seja, após este período você nota uma diminuição no rendimento desta bateria. Já nas modernas o número de recargas dobra para 1000, sem falar na vantagem de que a recarga é feita na metade do tempo.

Agora pense: se você recarrega seu celular a cada dois dias, a bateria atual lhe permite uma vida útil de dois anos, mas com a bateria de última geração você prolonga este uso e não precisará deixar seu celular recarregar por várias horas seguidas. Ainda não foram lançadas no mercado, estão em fase de pesquisa, mas em breve farão parte de nosso cotidiano movido a baterias.


Balão dirigível.

Um balão dirigível é uma aeronave mais leve do que o ar, que pode ser controlada por um condutor. Os dirigíveis sustentam-se através do uso de uma grande cavidade que é preenchida com um gás menos denso do que o ar, como o gás hélio ou mesmo o inflamável gás hidrogênio.

Conheça o histórico dos enormes balões dirigíveis:

• No ano de 1662, Boyle enunciou a Lei dos gases, que permitiu os vôos de balões algum tempo depois;

• Em 1782, o primeiro balão destinado ao vôo foi montado pelos irmãos Montgolfier, era um artefato constituído por um grande invólucro de seda, o qual possuía uma abertura em sua parte inferior. Esta abertura era chamada de boca, e através dela enchiam o balão com ar quente que é menos denso, desta forma o balão subia lentamente.

• Também no ano de 1782, Jacques Charles usou hidrogênio em vez de ar quente para encher um balão que projetou. O hidrogênio é 14 vezes menos denso que o ar, e nesta mesma época um dos balões de Jacques Charles voou a uma distância de 25 km entre Paris e uma pequena cidade dos arredores.

• Já no ano de 1804, Joseph Gay-Lussac conseguiu a façanha de alcançar a altitude de 7 km, aproveitando a oportunidade ele colheu amostras naquela altitude para fazer estudos.

• No início do século XX surgiram os grandes balões dirigíveis – os Zeppelins- que eram usados para o transporte de passageiros, competindo acirradamente com os mais luxuosos transatlânticos, um destes balões fez a volta ao mundo em outubro de 1929.

• Infelizmente em 1937, um desses balões – o Hindenburg- com suas câmaras cheias de gás hidrogênio explodiu provocando um incêndio de grandes proporções e pôs fim a esse curioso meio de transporte.

Esses primeiros balões serviram para inspirar a construção de outros balões que são usados hoje para estudo do clima e da atmosfera.

Nos dias atuais utiliza-se o gás Hélio nos balões meteorológicos e de publicidade, embora este gás apresente maior densidade que o Hidrogênio, ele não oferece nenhum perigo.


Metais pesados presentes em baterias recarregáveis são tóxicos.

A modernidade trouxe um aumento nos riscos, a cada dia os aparelhos eletrodomésticos ou eletroeletrônicos e seus componentes, inclusive pilhas, baterias, se fazem mais presentes em nossas vidas e juntamente com esses produtos magnetizados estão os metais pesados: mercúrio, chumbo, cádmio, manganês e níquel, que fazem parte da composição de muitos aparelhos modernos.

As baterias recarregáveis representam hoje cerca de 8% do mercado europeu de pilhas e baterias. Dentre elas pode-se destacar a de níquel-cádmio (Ni-Cd) devido à sua grande representatividade: as baterias de celular são de Ni-Cd.

Composição Química das baterias de níquel-cádmio: elas têm um eletrodo (cátodo) de Cd, que se transforma em Cd(OH)2, e outro (ânodo) de NiO(OH), que se transforma em Ni(OH)2. O eletrólito é uma mistura de KOH e Li(OH)2.



As baterias de telefones celulares não devem ir para o lixo comum, pois quando depositadas em lixões, suas substâncias tóxicas contaminam os lençóis d’água subterrâneos.

O volume global de baterias recarregáveis vem crescendo 15% ao ano. Em geral, os brasileiros trocam de celular a cada 18 meses, embalados pelas novidades de dispositivos sofisticados e pelo incentivo das operadoras, que chegam até a oferecer aparelhos gratuitamente.

O perigo está quando as baterias se estragam e não podem mais ser recarregadas ou reutilizadas, e são então descartadas, não tendo mais função para o consumidor comum. As empresas de telefonia recomendam que o descarte seja feito nas próprias lojas de celulares, que funcionam como pontos de coleta de baterias, esse material é destinado às empresas que promovem a reutilização ou reciclagem.


Sol na medida certa previne doenças.

O sol é taxado como um vilão para a saúde e de fato é perigoso, quando tem ação prolongada sobre a pele pode levar ao temido câncer de pele. O que não se pode confundir é um Banho de sol de qualidade com uma insolação.

O que mais se ouve por aí é que para manter a saúde corporal é preciso manter uma dieta balanceada, fazer muito exercício físico, ingerir somente alimentos saudáveis, todos estes requisitos fazem parte do processo, mas não são suficientes para se alcançar a vitalidade. Pelo contrário, o que estamos sugerindo neste contexto não diz respeito a sacrifício algum, como passar fome, resistir a doces, ficar exausto de malhar, bastariam apenas 15 minutos diários de uma prazerosa tarefa: vestir uma roupa de banho e curtir o sol a beira de uma piscina!

Mas o que tem de tão especial nesta ação? Trata-se da vitamina presente nos raios solares que está envolvida em diversas funções corporais, como a atividade imunológica, fortalecimento de ossos, desenvolvimento embrionário, inibidor de câncer, entre outras. Estamos falando da vitamina D, ela se faz presente também em alimentos como o salmão, por exemplo, nesta forma fica difícil seu consumo, já que ninguém come este peixe todo dia. Mas no caso do sol, a vitamina é gratuita e está disponível diariamente para quem quiser.

A seguir, como é ativada a vitamina D no organismo:

As partículas de colesterol presentes nos alimentos que ingerimos são usadas para fabricar o composto 7- dehidrocolesterol, uma vez presente em nosso organismo este composto se desloca para a camada externa de nossa pele (a epiderme). Ao recebermos a radiação solar, mais precisamente os raios ultravioletas do tipo B (UVB) que penetram na pele, a molécula de 7- dehidrocolesterol passa por várias transformações químicas e dá origem à vitamina D.

Para o tempo não ser uma desculpa para se isentar da vitamina D, procure realizar tarefas diárias, como ler o Jornal sentado ao sol. A roupa de banho é ideal, porque o recomendável seria deixar cerca de 30 % do corpo exposto, só não se esqueça do protetor solar.

Não dificulte a sua longevidade, divirta-se no verão: tome aquele sol vitaminado! Invista em sua saúde além de manter aquele maravilhoso bronzeado dourado.


O ar poluído pode gerar de cãibras a infarto.

Esta questão foi levantada justamente por que os Jogos Olímpicos de 2008 terão como sede uma das capitais mais poluídas do mundo. Para se ter uma idéia, a cidade de São Paulo é a 3ª cidade mais poluída da América Latina, mas os atletas conseguem praticar seus esportes tranquilamente. O grande problema é que em Pequim a poluição é três vezes maior do que na capital Paulista. Os chineses estão investindo muito para contornar a situação, já foram gastos mais de 17 bilhões de dólares, e mesmo assim o Comitê Olímpico Internacional já admitiu que não se pode esperar novos recordes ao ar livre, devido à contaminação atmosférica.

A poluição com certeza vai afetar o desempenho dos atletas, é só fazer a seguinte análise: um atleta respira cerca de 20 vezes mais ar que uma pessoa comum, e na cidade de Pequim significa inspirar 4 vezes mais CO (monóxido de carbono), CO2 (dióxido de carbono e ozônio do que o corpo tolera.

O ar poluído pode gerar de cãibras a infarto, veja abaixo as conseqüências da poluição no organismo humano:

- O dióxido de carbono quando chega à alta concentração aos pulmões, atrapalha o trabalho das hemácias. As hemácias são as células responsáveis por levar oxigênio ao organismo.

- O monóxido de carbono rouba o lugar do oxigênio nas hemácias, os músculos podem então sofrer cãibras por falta de força. A ausência de oxigênio no cérebro causa tonturas e pode levar até mesmo ao coma.

- O ozônio prejudica a corrente sanguínea, ele possui a propriedade de converter colesterol em placas de gordura, estas grudam nos vasos sanguíneos e diminuem a flexibilidade dos mesmos. O coração passa a trabalhar sob alta pressão para continuar bombeando sangue, e isto pode causar hemorragias e infarto.


Imagem da estrutura solar em raio – X.

Se acordássemos um dia e não existisse mais o astro que alegra nossas manhãs? Todos sabem que o Sol não tem a função só de deixar nosso dia mais bonito, iluminado e aquecido, ele cumpre com papéis vitais para nós seres humanos e também para as plantas e animais. Ele participa do processo de fotossíntese dos vegetais e sem esses seria difícil sobreviver, uma vez que nossa alimentação ficaria comprometida.

O que vamos supor neste contexto pode assustar, mas está baseado em estudos científicos. A morte do sol está prevista para daqui a uns 7 milhões de anos, parece distante, contudo é um processo muito longo que já teve início. É assim, aos poucos, que o astro solar vai perdendo vida, veja como seria este lento processo:

Primeiro, é preciso saber como o sol (esfera gasosa) gera luz e calor, a chamada fusão nuclear. Ela se inicia pela combinação entre átomos de Hidrogênio para criar Hélio e emitir energia na forma de iluminação e aquecimento. Mas será que essa reação (que não tem data de início) nunca terá fim? Este é o ponto de discussão entre os estudiosos, segundo eles, vai chegar um momento em que o gás Hélio será dominante e o Hidrogênio será eliminado do núcleo solar, desta forma não ocorrerá mais a fusão. O gás Hélio já produzido também será consumido e em poucos milhões de anos ficará extinto no núcleo solar, e então acontecerá o fim trágico do sol: ficará reduzido a uma estrela anã, sem brilho e sem vida.

Mesmo se o sol sumisse de repente, seriam necessários alguns dias para começarmos a sentir os efeitos mais drásticos. No primeiro momento ficaríamos no escuro e somente após uma semana a Terra começaria a gelar. Essa suposição está baseada na quantidade de calor já acumulada na crosta Terrestre, falando de uma forma pejorativa, seria uma reserva de energia para “situações de emergência”.

O Banho-Maria

O famoso Banho-Maria, utilizado até hoje quer seja para um simples cozimento em nossas casas ou como sofisticados banhos termostáticos nos laboratórios, tem mais de 1700 anos de história.

Originalmente, este equipamento foi concebido no ano de 300 depois de Cristo aproximadamente, por uma alquimista egípcio-caldaica de nome Maria, mais conhecida como "A Judia". Maria desenvolveu vários equipamentos para sublimação, destilação, decantação e separação de materiais, utilizados na constante busca dos alquimistas pela pedra filosofal - capaz de transformar qualquer metal, impuro, em ouro alquímico, puro.

É interessante notar que os conceitos de calor só foram introduzidos no século XVI, e mesmo o primeiro termômetro foi idealizado muito tempo depois. Os antigos conheciam o "calor" como uma forma de energia divina, vinda do fogo, que era também considerado sagrado, e tinham apenas noções de suas implicações e utilizações.

Como Funciona o Refrigerador

Todo mundo tem em casa aquele famoso aparelho onde a comida é armazenada para ser resfriada, e que às vezes sofre assaltos noturnos. Entretanto, como aquilo que chamamos "refrigerador" realmente resfria?

Um refrigerador funciona sobre dois conceitos científicos: o primeiro, razoavelmente simples, é o fenômeno físico da convecção térmica dos fluidos -no caso o ar que está dentro da geladeira. Repare que, no caso das geladeiras convencionais, o freezer fica sempre na parte superior. No compartimento logo abaixo, separado do congelador, existe uma outra placa que também fica na parte superior.

Esta disposição de componentes não é arbitrária. Ela foi definida no conceito de convecção térmica dos gases, que postula que o ar frio, mais pesado, tende a descer e o ar quente, mais leve, tende a subir. Assim, o ar quente que sobe é resfriado pela placa e o ar frio que desce ganha calor na parte inferior da câmara de refrigeração. O ar frio volta a descer e o ciclo se repete.

E como existe uma pequena porém sensível diferença de temperatura entre as partes superior e inferior das geladeiras, as gavetas para legumes e verduras são alocadas na parte inferior, cuja temperatura é sempre ligeiramente mais alta, e a parte superior é destinada a bebidas, bolos e outros produtos do gênero. Isso porque as bebidas precisam estar mais geladas, porém as folhas das verduras são sensíveis a temperaturas mais baixas.

Mas por que, afinal de contas, o ar frio desce e o ar quente sobe? De acordo com os princípios termodinâmicos, o aumento de temperatura sobre uma massa gasosa provoca sua expansão, ou seja, aumento de volume. Imagine que a massa de ar dentro da geladeira seja constante. No momento em que você ligou a geladeira, a temperatura desse ar era igual à do ambiente externo, e ocupava um certo volume. Porém quando foi resfriado, contraiu-se e passou a ocupar um volume menor.

Sabe-se que densidade do materiais é a razão de sua massa por seu volume. Quando aquela mesma massa de ar (constante) contraiu, sua densidade foi aumentada de um certo valor, e tornou-se, assim, mais "pesada". Então, dentro da geladeira, o ar mais frio e pesado empurra o ar mais quente e leve para cima enquanto desce, gerando um movimento repetitivo de circulação - a convecção térmica.

Mas como as placas do freezer e da geladeira se esfriam? É aí que entra o segundo conceito científico, este um pouco mais complicado e estritamente termodinâmico.

O calor é uma forma de energia que flui através dos corpos de acordo com certas leis termodinâmicas. Uma destas leis diz que o calor nunca fluirá de um corpo mais frio para o mais quente, quando estiverem em contato; ou seja, a natureza é extremamente social! Quem tem (calor) dá para quem não tem!

Ora, sabe-se que se os alimentos forem colocados na geladeira à temperatura ambiente, e mesmo o ar interno de convecção está inicialmente em equilíbrio com o meio externo. Então, de acordo com a "lei social" deve-se fazer com que o calor flua dos alimentos e do ar para um outro corpo mais frio. Pronto, agora sabemos o porque devem-se resfriar as placas...

Mas COMO as placas esfriam!?

As placas são esfriadas pela passagem, em tubulações "friamente" calculadas, de certos tipos de gases, comumente denominados de "gases freom". Existem vários tipos de freons, sendo que os derivados de clorofluorcabonados vêm sendo substituídos por outros, como CO2 ou amônia, entre outros, devido a seus efeitos danosos à camada de ozônio, que protege a Terra dos raios UV vindos do sol.

Estes gases retiram calor das vizinhanças com as quais estão em contato de acordo com o efeito Joule-Thomson, que recebeu este nome em homenagem a seus descobridores, Sir Joule e William Thomson (mais tarde conhecido como Lorde Kelvin). O efeito Joule-Thomson explica como a temperatura varia quando um gás liquefeito se expande e volta ao estado gasoso, mantendo-se a entalpia do sistema constante.

De maneira mais elegante, o efeito Joule-Thomson é a diferencial da temperatura pela pressão de um gás liquefeito (dT/dP) em expansão adiabática (sem trocas de calor com o ambiente externo), mantendo-se a entalpia constante.

Para demonstrar este efeito Joule e Thomson realizaram o seguinte experimento: deixaram um gás expandir de um ambiente sob pressão constante para outro, passando por uma membrana porosa, e monitoraram a diferença de temperatura que ocorria com a expansão. Todo o aparato foi preparado de forma que o processo fosse adiabático. Eles observaram uma temperatura menor no lado de menor pressão, e a diferença de temperatura era proporcional à diferença de pressão entre as câmaras.

A diferença de pressão, entretanto, deve ser calculada para cada tipo de gás, pois sob determinados valores o efeito Joule-Thomson pode comportar-se de maneira inversa à desejada, ou seja, aquecer ao invés de resfriar.

Mas ainda resta uma última dúvida cabal quanto ao funcionamento desse instrumento relativamente simples: o gás absorveu calor ao expandir, retirando-o das vizinhanças. Para onde vai esse calor?

Ora, quando o gás expande, recolhe calor. Quando ele é novamente comprimido, deve perder o calor que absorveu. E é exatamente o que ocorre. Atrás dos refrigeradores existe um trocador de calor - uma grade por onde passam tubulações de gás comprimido - que devolve ao ambiente externo todo o calor que o gás retirou de dentro da geladeira. Se não existisse esse trocador de calor, em dado momento teríamos um forno, e não um refrigerador!

Então, a função do motor que fica atrás da geladeira é comprimir novamente o gás após a expansão, tornando-o liquefeito. Depois o gás liquefeito passa novamente pela válvula de descompressão e todo o processo se repete. Nota-se, então, que o circuito por onde este gás passa é dividido em duas zonas distintas: uma quente, sob relativa alta pressão, e uma fria, de baixa pressão.

O acionamento do motor para compressão e descompressão do gás é feito através de um aparelho chamado termostato - que é precisamente um regulador automático de temperatura. Mas como este dispositivo funciona já é outra história...

Einstein e a Bomba Atômica

É famosa a foto ao lado. Um dos mais renomados cientistas do século XX mostrando uma respeitável língua a um fotógrafo, com um semblante aparentemente nada preocupado com as conseqüências que este ato certamente acarretaria. Einstein é mais conhecido por sua língua que pela Teoria da Relatividade ou pela idealização do laser!

Mas estaria este gênio da ciência realmente ficando louco como cogitavam alguns? Teria ele sido abduzido e os ET's feito experiências com sua língua, e ele queria nos mostrar que realmente já fizemos contato?

Na época em que esta foto foi tirada Einstein estava envolvido nos estudos de energia nuclear. Ele estava certo quanto à quantidade de energia que poderia ser gerada pela fusão ou fissão de núcleos atômicos.

Ao contrário do que dizem alguns, Einstein tinha plena consciência de que havia a intenção de utilizar a energia nuclear para fins militares, pois era o Ministério da Defesa americano que arcava com os custos das pesquisas - no então Projeto Manhatan. Ele só não contava com dois fatos: o primeiro é que viesse a estourar uma Segunda Guerra Mundial e o segundo é que em algum dia essa energia fosse realmente utilizada para fins de destruição em massa. Ele também conhecia bem os efeitos da bomba de urânio.

Einstein enviava freqüentemente cartas ao presidente Roosevelt informando-o sobre o progresso do projeto e solicitando recursos humanos ou instrumentais quando necessário. Também solicitava materiais radioativos e informava o governo sobre seus efeitos.

Porém a primeira bomba atômica foi lançada sobre o inimigo japonês em 1945, sobre a cidade de Hiroshima. A partir de então, Einstein passou a considerar o estudo da energia nuclear para fins militares um dos maiores erros de sua vida.

Sentindo-se culpado, Einstein enviou uma carta ao presidente solicitando que os ataques nucleares fossem suspensos imediatamente, visto que seus efeitos eram "maiores do que os previstos". Mas o Japão estava acuado e a popularidade do presidente aumentava com a perspectiva do fim da guerra e pela desforra por Pearl Harbor. Então Einstein chamou a atenção da mídia e do povo americano, solicitando que a população enviasse cartas ao presidente pedindo o fim dos ataques nucleares.

Mas a população e a mídia americana estavam empolgadas com os discursos dos militares sobre o fim da guerra, e pela forma como os méritos eram atribuídos à nova e poderosa arma desenvolvida pelo grande cientista Albert Einstein e sua equipe.

A foto foi tirada durante uma entrevista que Einstein dava à imprensa a fim de divulgar sua campanha contra o uso da energia nuclear para fins militares. Foi no momento em que ele respondia à seguinte pergunta de um dos repórteres: "O Presidente dos Estados Unidos nos oferece a paz em troca do uso da bomba; o que o senhor tem a oferecer à população americana em troca da paz?". Foi então que Einstein, mostrando a língua ao repórter e ao fotógrafo, respondeu: "Ofereço minha língua, para que passem os selos!".

A vida que eu quero pra mim...

Álcool Etílico:

"Amanhã será um lindo dia, da mais louca alegria que se possa imaginar...

Toxidez moderada. Pode causar gastrite, hipertensão, hepatite, cirrose e distúrbios neurológicos.
Anfetamina:

Amanhã, redobrada a força, pra cima que não cessa, há de vingar...

Poderoso estimulante. Provoca mudanças no comportamento, emagrecimento acentuado, problemas cardíacos.
Cocaína:

Amanhã, mais nenhum mistério, acima, abrir os olhos, o astro rei vai brilhar...

Provoca dependência física e psíquica. Causa lesões na mucosa nasal, convulsões, emagrecimento acentuado, morte.
Diazepan:

Amanhã, a luminosidade, alheia a qualquer vontade, hé de imperar...

Usado como sedativo e comercializado com o nome de Valium. Diminui a capacidade de concentração, causa dependência, depressão, anemia.
Heroína:

Amanhã, está tudo esperança, por menor que pareça, existe é pra vicejar...

Causa dependência, problemas na vesícula e prisão de ventre. Quando o uso é interrompido bruscamente, pode ocorrer morte por desidratação.
LSD:

Amanhã, apesar de hoje ser a estrada que surge, pra se trilhar...

Droga psicodisléptica, despersonalizante que determina perda de autocontrole, alucinações e perturbações vegetativas. Afeta a percepção de espaço e tempo, ânimo e memória porque altera os processos de raciocínio.
Morfina:

Amanhã, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam ver o dia raiar.

Principal alcalóide dos 20 encontrados no ópio e o maior responsável pelos efeitos narcósticos deste. É uma droga eficaz contra dores muito fortes. Pode gerar dependência.
Nicotina:

Amanhã, ódios aplacados, temores abrandados, será pleno."

Líquido amarelo de cheiro desagradável e venenoso. Encontrado nas folhas do tabaco. Provoca câncer nos pulmões.

A vida é curta! Pode não parecer agora, mas se você deixar passar, vai se surpreender quando olhar no espelho e ver que o tempo simplesmente passou... Viver é muito bom! Pode não parecer agora, mas se você lutar e encarar seus problemas de frente, vai se surpreender quando olhar no espelho e ver que venceu!